Esta página é dedicada ao Seminário e-Research e Problemáticas de Investigação em EaD e eLearning, frequentado no 2º semestre, com início em finais de Março de 2012..

research word cloud

 O contrato de aprendizagem foi discutido no início do seminário, ressaltando alguns aspetos interessantes, a nomear: a abordagem à Grounded Theory, a elaboração de eportefólio e um trabalho de grupo cuja apresentação implicará discussão em forum, moderada por cada grupo.  

 Tema 1 – Definição de e-Research

 O primeiro tema foi sobre a definição de e-Research. Das referências bibliográficas disponibilizadas, comecei por ler o capítulo introdutório do livro «e-Research» de Anderson & Kanula, que disponibiliza alguns extratos online: http://www.e-research.ca/  

 O  que é investigação?

 Definições de «investigação» nalguns dicionários/enciclopédias:

  • ato ou efeito de investigar; inquirição; indagação
  • estudo ou série de estudos aprofundados sobre determinado tema, numa área científica ou artística; pesquisa» (in infopedia)

 «detailed study of a subject, especially in order to discover 8new) information or reach a new understanding» (in Cambridge dictionary)

 «1.careful or diligent search; 2. studious inquiry or examination; especially : investigation or experimentation aimed at the discovery and interpretation of facts, revision of accepted theories or laws in the light of new facts, or practical application of such new or revised theories or laws; 3. the collecting of information about a particular subject» (in Merriam-Webster)

 «Pesquisa – Uma pesquisa é um processo sistemático de construção do conhecimento que tem como metas principais gerar novos conhecimentos e/ou corroborar ou refutar algum conhecimento pré-existente. É basicamente um processo de aprendizagem tanto do indivíduo que a realiza quanto da sociedade na qual esta se desenvolve. A pesquisa como atividade regular também pode ser definida como o conjunto de atividades orientadas e planejados pela busca de um conhecimento. Ao profissional da pesquisa (especialmente no campo acadêmico), dá-se o nome de pesquisador.»(in wikipedia)

 E a investigação online (e-research)?

 A investigação online (e-research) vem acrescentar outros meios aos métodos e técnicas de investigação tradicionais, não só pela vasta informação de texto e multimédia que pode ser pesquisada na Internet, como pelas ferramentas hoje disponíveis que permitem tratar dados e produzir nova informação de forma criativa. O volume de dados disponível é avassalador e o critério de qualidade deve ser acautelado, pelo que a pesquisa de fontes deve ser criteriosa e fidedigna. A Web oferece um conjunto vasto de ferramentas de comunicação , nomeadamente, videoconferência,  que pode facilitar técnicas de entrevista ou discussão de grupo com participantes a distância.

 Na introdução ao livro «e-research» são sistematizadas algumas das características da investigação online:

 Distribution and retrieval of text-based surveys.  

  • Open ended or structured text-based interviews conducted via email or computer-mediated conferencing.
  • Focus groups using real time Net-based video or audio conferencing.
  • Analysis of Web logs and other tracking tools for measurement and synthesis of online activities.
  • Net-based telephone interviews.
  • Analysis of text transcripts of learning or social activities.
  • Analysis of social behavior in virtual reality environments.
  • Online assessment and/or evaluation of performance or knowledge.

Dado o volume de informação crescente, o investigador terá de filtrar e de escolher o que lhe parecer mais relevante para as questões de investigação. Aplicações de processamento de dados como programas de estatística, sistemas de registos, monitorização de acessos, etc são instrumentos que ajudam à investigação online.

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 «E-researchers provide and create tools for analysis and conceptual understanding of human behavior as it develops on the networks. In some cases the e-researcher is the outside evaluator, in other contexts the practitioner-e-researcher is both a participant and researcher of the environment in which the research occurs.» 

 «Research applications can be customized to take advantage of either synchronous or asynchronous formats – or both. For example, online focus groups allow the researcher to gather groups of subjects from widely disbursed geographic locations. These groups can be conducted synchronously using voice or text formats so that instant feedback is provided to both researchers and participants, and the immediate presence can be used to build common understandings and ideas. Alternatively they can be conducted asynchronously, permitting reflective interactions that are not dominated by the participants who think and communicate most quickly. » 

 A investigação online permite alargar a outros campos de investigação, como é o caso da própria atividade desenvolvida online, seja no campo dos e-negócios, do e-banking ou na e-aprendizagem. A tecnologia e as redes desenvolvem outras formas de relacionamento, é um novo contexto cultural e social que está em curso. A dimensão virtual liberta-nos das fronteiras do espaço e do tempo e permite outra flexibilidade.   

 «Moreover, it is certain that creative minds will develop new tools uniquely designed for producing both knowledge and wisdom in the virtual context. Thus, e-research is concerned both with the application and adoption of tools from the real world and the invention, refinement and calibration of a new genre of tools.» 

 Como primeiro contributo, reuni neste Glogster algumas ideias:  

 Sobre a ética na investigação, um artigo publicado em 2010, na revista Sisifo da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da UL (atual Instituto da Educação), do Prof. Licínio Lima da Univ. Minho: Investigação e investigadores  em educação: anotações críticas 

«As tensões entre investigação e prestação de serviços, entre crítica e expertise, entre criatividade e utilidade, entre outras, parecem avolumar-se, no quadro do que alguns já designaram por “capitalismo académico”, com a correspondente emergência do investigador-empreendedor, agindo em ambiente de concorrência e procurando responder funcionalmente a novos problemas sociais. A educação, conceito em acelerado processo de mutação, que de resto se arrisca a ser politicamente representado como arcaico e substituído por conceitos alternativos, poderá, no limite, vir a ser transformada num campo de intervenção de competentes profissionais da inovação e da indústria do conhecimento, reduzidos à prestação de serviços e subordinados às agendas do Estado, dos sectores privados e de toda a sorte de financiadores.»

 Um dos artigos lidos dum professor que trabalha na Universidade de Amsterdão na área dos Media e Cultura Digital, publicado em 2010, no Journal of Information Technology & Politics. Richard Rogers é diretor do Govcom.org, uma fundação dedicada à criação e alojamento de ferramentas políticas para a Web, com vista a mapear grandes questões na Internet, em que é utilizado um software Issue Crawler (vide o excelente video) para fazer essa pesquisa e análise, o software produz outputs de visualização (à semelhança do NVivo). A sua investigação mais recente tem-se focalizado na censura na Internet, no fenómeno universal do Google, no conflito Israelo-Palestiniano na Web, entre outros temas.  

Na sua perspetiva a Web é uma cultura do conhecimento distinta doutros media. Dedica-se a estudar e a construir ferramentas de informação. Analisa as relações da informação na Web com as organizações.

 «What I’d like to try to do – and I think that many of us in a sense are doing this already – is introduce a new era in Internet-related research where we no longer need to go off-line, or to digitize method, in order to study the online, or culture and society via the online. Rather in studying the online, we make and ground findings about society and culture with the Internet. So the Internet is a research site, where one can ground findings about reality. And with this particular idea I have introduced the term digital groundedness, or online groundedness, where claims about society are grounded in the online.»

Coloca várias questões sobre métodos de investigação, considerando que estudos digitais sobre cultura se podem distinguir de estudos culturais sobre o digital, entendendo existir uma especificidade nos «métodos digitais» para a pesquisa das culturas na Internet: 

  «The effort is to develop the study of natively digital objects (the link, the tag, etc.) and devices (engines and other…) that make use of them.

 Ao longo do artigo vai dando exemplos de estudos conduzidos sobre: (i) análise dos links e do hipertexto; (ii) sobre a navegabilidade dos websites; (iii) motores de busca; (iv) blogs; (v) redes sociais; (vi) wikipedia.

Dá como exemplo, um artigo num jornal holandês, em 2007, onde era colocada a questão se a cultura de direita se estava a tornar mais extremista na Holanda. Em vez duma análise mais tradicional baseada, por exemplo, em panfletos político-partidários ou outro tipo de documentos, o jornal tinha feito uma análise de cerca duma centena de websites de direita e extrema-direita, ao longo de 10 anos, e concluíram que a linguagem utilizada se tinha radicalizado ao longo dos anos, com um endurecimento desta linha política. Esta análise e conclusão tinha sido toda feita com fontes e recursos na Internet. 

Num outro estudo conduzido por si, foram analisados os links de três sites, um governamental, um comercial e outro não governamental, chegando à conclusão que os sites governamentais normalmente só se ligam a outros sites governamentais; os sites não-governamentais normalmente não se ligam aos sites das organização de que são críticos. 

Investigação sobre a censura na Internet é ilustrada com um exemplo de colaboração com a Universidade de Toronto, em que se descobriu uma rede de ciberespionagem operada a partir da China sobre os computadores da organização do Dalai Lama, uma guerra informática de «social malware».

  Muitos outros artigos foram lidos e sendo compilados no agregador – http://www.livebinders.com/edit/index/391419 

 Tema 2 – Ética na e-Research

As questões éticas sempre se colocaram, na investigação tradicional ou, mais recentemente e com algumas particularidades, na investigação online.

 A investigação também se está a massificar, dada a crescente escolarização da população e obtenção de mestrados e doutoramentos e respetivos projetos e teses de investigação. Para isto, concorrem a complexidade do que é público ou privado no espaço virtual, o multiculturalismo e uma saturação dos diferentes media. 

 O investigador atual terá de ser mais exigente para se distinguir pela qualidade da sua investigação. Para isso, é importante que possua competências na utilização das ferramentas e recursos da Internet e competências de investigação, que incluem as tradicionais competências na definição das questões de investigs  Bão, da análise da literatura, da recolha e tratamento de dados e da divulgação dos resultados da investigação. 

 A investigação online é cada vez mais influenciada pelos seguintes fatores:

 Volume de dados e informação, diversidade de ferramentas, diversidade geográfica e cultural e multiplicidade de línguas;  

  1. Velocidade no acesso, maior rapidez das ligações à Internet;
  2. Diversidade nas formas de comunicação e interação e formas de processar a informação;
  3. O valor da investigação, associado à qualidade, a facilidade de disseminação dos resultados, mais rápida e sem custos.

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 Um pequeno artigo intitulado «Researching the public web» (2010) de Mike Thelwall, do Statistical Cybermetrics Research Group, da Universidade de Wolverhampton (UK) é bastante incisivo na defesa da utilização de dados da Internet, começando por dizer:

 «I would like to make the case that academic researchers should not have any restrictions  placed on the kinds of (legal) data that they investigate on the public web»

 e que a única restrição será a de proteger a identidade dos sujeitos em análise, quando os resultados da investigação são divulgados.   

 Considera que a investigação de informação pública na web não tem que ser sujeita a consentimento prévio:

 «A simple but strong argument for researching published information on the public web without consent is that the object investigated is the publication and not the person» 

 e reforça a ideia dizendo que se a informação se encontra em espaço público na Web, então não se está a violar a privacidade de ninguém:

  «The public web is a situation that someone posting information may believe to be private but could not reasonably believe to be protected. Thus even if someone posts personal information to a public SNS profile or blog, expecting it to be seen only by their friends, they still do not have a reasonable cause for complaint about their privacy being breached when others find the information, even if an employer sacks them as a result».

 Faz referência à teoria de integridade contextual da investigadora Nissenbaum que ela desenvolve numa perspetiva de confluência legal e ética:

 «She argues that context rather than law or precise definitions of privacy is important when judging an issue of potential privacy violation or predicting people’s response to a new action.»

 Comparando as finalidades da investigação académica com as finalidades das análises de marketing e publicidade, ele considera que a investigação académica é muito menos violadora da privacidade e diz: «Perhaps most people do not realise the extent to which they are subjected to commercial surveillance via the web».

 Conclui que a investigação académica não deveria ser sujeita a um escrutínio ético no que respeita à questão da privacidade. 

Apesar dos códigos de ética que as diferentes profissões seguem, e que também abrangem os investigadores, há sempre uma margem subjetiva na atuação. Parece-me que o mundo virtual e a sua mudança vertiginosa levam a uma maior instabilidade e ambiguidade. A perceção da realidade da Internet também é diferente do ponto de vista geracional. Para um adulto mais maduro constrange o grau de exposição dalguns mais novos.

 No artigo «Applying the ‘Contextual Integrity’ Model of Privacy to Personal Blogs in the Blogosphere» ( 2010), de Grodzinsky e Tavani, são analisados os contextos de privacidade dos blogs pessoais. 

É, mais uma vez referida a teoria de Nissenbaum, baseada em dois princípios: 

  1. As atividades em que as pessoas se envolvem têm lugar em diferentes contextos ou esferas
  2. Cada contexto tem as suas normas, que limitam ou moldam o nosso papel, o nosso comportamento e as nossas expectativas quanto ao fluxo de informação pessoal nesse contexto.

Existem normas de adequação e de distribuição, em que as primeiras dizem respeito ao facto da informação ser apropriada ou não para ser divulgada dentro dum determinado contexto e as normas de distribuição que restringem o fluxo de informação dentro do contexto. Para Nissenbaum quando estas normas são quebradas existe violação da privacidade.  

 Os autores do artigo consideram que a virtude da teoria de Nissenbaum reside:

 «…one virtue of her theory is that it illustrates why we must always attend to the context in which personal information flows, not the nature of the information itself, in determining whether normative protection is needed.»  

 No artigo é relatado e comentado um caso muito polémico ocorrido nos EUA (Washingtonienne case) em que uma adjunta dum senador tinha um blog pessoal onde diariamente descrevia experiências pessoais que implicavam relações profissionais, com um elevado grau de confidencialidade, desde subsídios generosos de cavalheiros mais idosos, relações sexuais com alguns dos cavalheiros, entre os quais alguém que era casado e tinha uma posição relevante na administração Bush. Estes relatos foram aproveitados por um jornal de má língua e, embora ela tivesse eliminado essa informação no próprio dia em que o jornal a publicou gerou-se um escândalo, perdendo o emprego. Segundo é relatado, a senhora acaba por ser convidada a publicar um livro com todos estas inconfidências, o que lhe valeu mais um processo em tribunal por um dos visados.   

 Naturalmente, os blogues pessoais que funcionam como diários deverão estar protegidos com acessos reservados a amigos, caso contrário sujeitam-se a intromissões e abusos. 

e-research ethics

 Alguns artigos lidos e pesquisados foram reunidos no agragdor – http://www.livebinders.com/edit/index/377157

 Um slideshare intitulado «Ethical Considerations in researching online learning and teaching», de Palitha Edirisingha, Univ. Leicester (Jun.2012)

 Seminário: Questionários Online

 No dia 12 de Maio teve lugar um seminário nas instalações da UAb, em Lisboa (Palácio Ceia), no qual fiz uma apresentação de 30 minutos sobre ferramentas de questionário online, de acordo com o PREZI:http://prezi.com/ssmcsqwuczrw/questionarios-online/ 

 Algumas das ferramentas foram exploradas e testadas pela primeira vez para o efeito. Este foi um exercício proveitoso, a nível pessoal.
Sucedeu-se à minha apresentação uma sessão prática sobre Lime Survey, orientada por um colaborador da UAb.  Já estava familiarizada com o open source  Limesurvey , pois tinha sido uma das ferramentas experimentadas no meu mestrado.
Da parte da tarde assisti à apresentação do Prof. Dias Figueiredo: O Futuro da Educação: da colaboração para a coevolução.
Estes seminários enquadraram-se no ciclo de seminário do curso de doutoramento em educação a Distância e eLearning, iniciados no dia 5 de Maio com a intervenção do Prof. Paulo Dias, reitor da UAb que fez uma intervenção sobre Inovação e Aprendizagem na Sociedade Digital.

Tema 3 – Problemáticas de investigação em Educação a Distância e eLearning

 Neste tema procedeu-se à pesquisa de artigos sobre as questões de investigação em e-learning estudadas nas últimas décadas e as questões prementes a investigar no futuro. 

Assim, foram lidos artigos sobre meta-análise e exploradas publicações académicas, crescendo em número nos últimos anos, dedicadas à investigação online.  

Fiz a minha primeira experiência de criação de um infográfico com base num artigo reportado ao anterior slideshare. Experimentei o Piktochart, ferramenta online muito amigável. 

Infographic-review eresearch

 Depois de experimentar várias ferramentas para construção de mapa mental e diagramas (Bubbl.us, Mindmeister, Mindomo, Gliffy, Webinspiration…) resolvi experimentar o Dropmind para produção de um esquema simples relacionado com um trabalho de Tony Bates «Map of research into e-learning» 

mapa_tony-bates-dropmind3

 O trabalho de grupo para este tema foi construido em wiki e encontra-se disponível em – http://investiga1ead1elearning.pbworks.com/

 Discutiu-se a diferença entre Educação a Distância e e-Learning, alertando a professora para alguma confusão terminológica entre os conceitos:

 «O Prof. Albert Sangrà, numa conferência proferida em Dez. de 2011 no 1º Encontro de Instituições e Unidades de Elearning do Ensino Superior, referiu esta confusão terminológica e avançou a perspetiva de que o elearning é um conceito que se pode analisar num contínuo desde atividades de “ensino enriquecido pela tecnologia” (ERT) até educação online (EO), passando pela modalidade de transição que é o blended learning (BL) . Neste aspeto educação a distância não se rebate no elearning, mas a educação a distância pode adoptar a modalidade online num dos extremos do continuum.)

 Pessoalmente, considero que as expressões «ensino a distância /educação a distância» constituem uma terminologia muito associada a um passado em que a distância era diferida, quer no ensino por correspondência quer por televisão, ensino em que o aluno era um mero recetor de conteúdos. A Internet e as ferramentas Web 2.0 vieram revolucionar a aprendizagem, em termos de interação e de motivação. E, a não ser num contexto e abordagem histórica, eu prefiro outra terminologia, por exemplo: e-aprendizagem/e-Learning, aprendizagem online, ou aprendizagem virtual.

 Na semana de 21 de Maio deu-se início aos trabalhos de grupo sobre 4 temas (links para os trabalhos das equipas): 

Embora os temas tivessem sido colocados para opção das equipas, funcionou como distribuição de 4 temas por 4 equipas, tendo a nossa equipa  ficado com o tema remanescente «Análise do Discurso Online», que não tinha preferência por parte de nenhum dos membros.  

 Para mim, acabou por ser  interessante, pois acabei por revisitar áreas da linguística e da teoria da literatura que havia estudado há algumas décadas atrás, quando fiz a licenciatura. 

 Agora com a imensidão de recursos disponíveis na Internet tive o prazer de ouvir alguns dos autores de referência como Julia Kristeva, Foulcault, Roland Barthes. Nesta revisitação ouvi algumas aulas de professores americanos sobre estas temáticas, bem como entrevistas e outras intervenções muito esclarecedoras. Uma das surpresas foi ouvir Todorov, pois desconhecia o nível de intervenção política, o que de certo modo acontece com Chomski, em que a maioria dos vídeos que se encontram são sobre as suas posições políticas e sobre as guerras. 

 Resolvi fazer um Prezi a que designei «Intervenções sobre linguística e teoria da literatura» (o qual aproveita alguma informação do Prezi que utilizámos no trabalho de grupo sobre a análise do discurso online), que reúne muitos vídeos dos autores de referência do estruturalismo e post, quefoi um prazer ouvir (quem me dera ter tido este acesso precioso há 30 anos atrás quando os estudei) – http://prezi.com/zcrbdiln6zpo/  Para este trabalho, construido no wiki – http://analise1discurso1online.pbworks.com – foi incorporado o seguinte PREZI  – Análise do discurso online on Prezi

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